"Mãe. As vezes, reclama demais, sempre acha que tem
razão, sempre briga e me proíbe de sair, ou me deixa de castigo. As
vezes, fica estressada e acaba descontando em mim, brigona, diz “não”,
implica com o que eu faço. As vezes, não me dá dinheiro, as vezes não me
deixa ir a uma festa, as vezes não me dá o sapato que eu tanto queria,
as vezes, me deixa com raiva. Mas, sabe de uma coisa? Tudo isso é
pequeno perto do tamanho do amor que sinto por ela, e pelo amor que ela
sente por mim, pois não é qualquer uma que aguenta cólicas e dores por 9
meses, não é qualquer uma que ama alguém muito antes desse alguém
nascer, não é qualquer uma que apesar de errarmos, nos ama e não desiste
nunca de nós. Não é qualquer uma, é a nossa mãe. Ela me amou desde que
descobriu que eu nasceria. E me protegeu, cuidou de mim, me deu remédio
quando eu estava passando mal, me amou, me tornou o que sou hoje,
enxugou minhas lágrimas, botou meu filme preferido pra rodar no DVD. E
apesar da minha desobediência, apesar das vezes que eu briguei com ela,
discuti e fiz pirraça, ela continuou me amando. E pra mim, o dia dela
não é apenas no segundo domingo de maio, é todos os dias! Porque por
tudo o que ela vem fazendo, por tudo o que fez por mim, um dia é muito
pouco para agradece-la por isso. Eu te amo, mãe. Me desculpa se as
vezes, eu não fui o que você queria que eu fosse, desculpa por não ser
uma filha perfeita. Mas, acima de tudo, lembre-se que eu daria a minha
vida pra te ver feliz, eu daria todo o mundo se você pedisse.”

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